Você sabia que não existe apenas um tipo de insulina? As diferentes opções disponíveis diferem no tempo que permanecem ativas no corpo, por exemplo. Assim, cada uma acaba sendo mais eficaz em cada tipo de caso.

A insulina humana (NPH ou Regular) usada no tratamento do diabetes é, atualmente, fabricada em laboratório. A chamada Regular é idêntica à humana, em sua estrutura química. Já a NPH é associada a duas substâncias que visam prolongar seu efeito, a protamina e o zinco.

Ainda, existem insulinas mais modernas, chamadas de análogas. Elas são produzidas a partir da insulina humana, mas modificadas para ter sua ação prolongada (lenta) ou encurtada (ultrarrápida). Exemplos de análogos de insulina são: Detemir, Glargina, Degludeca, Lispro, Glulisina e Asparte.

Por fim, a insulina pode ser apresentada na foma de pré-mistura (misturadas num mesmo recipiente pelo fabricante). Alguns exemplos são a NPH + Regular, a NPH + Lispro e a  NPH + Asparte. O paciente também pode fazer a sua própria mistura numa mesma seringa usando a insulina NPH e Regular ou outra insulina ultrarrápida (Lispro, Asparte ou Glulisina).

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